QUERENDO ENGRAVIDAR

Desde fevereiro de 2010 que eu e meu marido resolvemos ter um filho. Pela minha idade (43), Achamos que ja tinha chegado a hora. Comecei a procurar na net sobre a gravidez tardia, para fazer os exames adequados e ou tratamentos. Fui ate o Brasil, pra tratar um infecção na gengiva(a infecção pode afetar o feto), exames de HISTEROSSALPINGOGRAFIA(ufa! que nome comprido),  e os exames de sangue FSH(Hormonio foliculo estimulante), PROLACTINA, TSH(Hormônio Tireoestimulante) e ANTIGENO CA 125 II(OM-MA). O resultado foram todos normais. Comecei também a fazer medida basal, tirando a temperatura todos os dias.

No dia 3 de Dezembro minha menstruação deveria vir, fiz a medida basal deu alta, resolvi esperar até sábado para medir novamente, deu alta. Fui até a farmácia e comprei o teste de gravidez, aqui no Japão a gente pode fazer a qualquer hora, de manhã, a tarde ou de noite. Quando aparecer 2 riscos, quer dizer que você esta grávida. E o meu deu positivo, nem acreditei.Tive que esperar até Segunda para ir ao Ginecologista. No dia 5 de Dezembro meus seios  ficaram doloridos e sensíveis.

No dia 6 de Dezembro fiz Ultrassom e lá estava ele, tão pequenininho, nem tinha coração, pela minha conta estava na 4 semana. Esperar mais duas semanas para voltar ao ginecologista foi uma eternidade.  No dia 11 comecei a ter umas cólicas, nem conseguia caminhar, achava que era normal, alguns dos sintomas da gravidez.

No dia 17 de Dezembro, elaborei uma lista de perguntas para o médico, meu marido foi comigo. Na hora do ultrassom, achei estranho o médico não mostrar a evolução do bebe.

Quando voltei a sala de consultas ele disse que o embrião  nw havia se desenvolvido, continuava com os mesmos 1mm, desabei nessa hora e comecei a chorar, foi incontrolável. Ele  disse também que eu estava com candidiase. Nossa que nome assustador.

Ja marcamos pra próxima Segunda feira dia 20 de Dezembro, fazer a D&C (dilatação e curetagem), foi o fim de semana mais triste da minha vida.

Dia 20 de Dezembro, fui internada, para fazer a introdução de umas lâminas para dilatação do útero, doeu muito. Dia 21 de Dezembro as 10:30 entrei na sala de cirurgia e fui anestesiada(apaguei), durou 30 minutos para fazerem a curetagem. O médico recolheu o material para fazer biópsia, para saber o que ocasionou o aborto.

Sai do hospital com as seguintes orientações:

-Não fazer esforço por 2 a 3 dias;

-Abstonência sexual até a próxima consulta(20 dias mais ou menos);

-Não tomar banho no dia que foi feito a operação;

_Não tomar banho de ofuro;

-Se tiver febre, hemorragia e dores na barriga voltar imediatamente ao ginecologista;

-Voltar sem falta na próxima consulta, para examinar o últero.

 

 

sexta 17 dezembro 2010 22:38 , em TENTANDO ENGRAVIDAR


PRIMEIRA GRAVIDEZ DEPOIS DOS 40 ANOS

Gravidez depois dos 40 anos pode ser perigosa para a mãe e seu filho

As estatísticas indicam que o melhor período para a mulher ter filhos é entre os 20 e os 40 anos. Depois, devido ao envelhecimento, fica mais difícil engravidar e aumentam os riscos de males como pressão alta e diabetes colocarem a gestação em perigo ou levarem a malformações fetais. Mulheres com mais de 40 anos que queiram engravidar devem ir ao médico e avaliar sua saúde.

Blog de gravidanojapao : 43 anos grávida no Japão!!!, PRIMEIRA GRAVIDEZ DEPOIS DOS 40 ANOS

Mário Antônio Martinez Filho


O ideal é que a mulher tenha filhos entre 20 e 40 anos. Nesse período em geral seu corpo está maduro e saudável o bastante para fornecer tudo de que o feto precisa para se desenvolver bem e nascer sem problemas. Nas últimas décadas, porém, muitas mulheres têm priorizado a carreira profissional e deixado o exercício da maternidade para mais tarde. Assim, engravidam depois dos 40 anos, o que é chamado de "gravidez tardia".

As gravidezes tardias podem ser problemáticas. A razão é esta: a mulher já nasce com todos os seus folículos ovarianos, estruturas que formam os óvulos. Os primeiros folículos se tornam óvulos no início da puberdade, por volta dos 12 a 13 anos. O fenômeno ocorre mensalmente e cessa apenas quando a mulher atinge os 50 anos e entra na menopausa. Só que, a partir dos 40 anos, em conseqüência do envelhecimento, aos poucos os folículos perdem qualidade. Fica mais difícil as mulheres engravidarem. As que o conseguem, ainda têm de lutar para que seu organismo não aborte o feto e ele possa crescer e nascer saudável. Os espermatozóides colaboram para isso. Também eles envelhecem e perdem qualidade. Nessa situação, existe ainda perigo de o feto sofrer malformações.

As estatísticas mostram que o risco de uma mulher de 20 a 40 anos ter um filho com malformações é de 1 para cada grupo de 5 000 gestações. A partir dos 40 anos, tal risco passa a 1 para cada grupo de 100 gravidezes. Claro que isso vale apenas para os casos de primeira gestação. Se a mulher já teve outros filhos antes, o perigo diminui. As causas são males comuns na população feminina no período, em especial miomas, diabetes gestacional, pressão alta e alterações cromossômicas.

Ï Miomas. São tumores benignos que se formam no útero sobretudo de mulheres em fase reprodutiva. De 30% a 60% delas têm sintomas - dor, aumento do fluxo menstrual e do volume abdominal -, mas a incidência com certeza é muito maior. Podem causar infertilidade, dificuldade para engravidar,
abortos e nascimentos prematuros.

Ï Diabetes gestacional. Caracteriza-se pela elevação dos níveis de açúcar no sangue devido a uma resistência orgânica à ação da insulina. Atinge 2% das grávidas, em especial obesas e as que têm histórico da doença na família. Costuma aparecer entre o sexto e o sétimo mês. O feto tende a crescer de maneira exagerada. As conseqüências são: dificuldade de parto e risco para a saúde da criança, o que muitas vezes obriga à cesariana.

Ï Pressão alta. A forma crônica em geral jáexistia e era ignorada. Mas, após a vigésima semana, pode surgir um tipo específico de grávidas. É uma das principais causas de morte materna no planeta, além de aumentar os riscos para o bebê. Para a gestante, há o perigo de ruptura das artérias e hemorragias em órgãos como cérebro. Provoca diminuição do fluxo de sangue oxigenado na placenta, aumentando a possibilidade de nascimento prematuro.

Já os problemas cromossômicos causam abortos e malformações fetais. A mais temida é a síndrome de Down, que se caracteriza pela presença de um cromossomo a mais no par 21. Leva a retardo mental. Aos 20 anos, uma em cada 1 500 gestantes pode ter um filho com a síndrome; aos 40 anos, uma em cada 250.

O ideal é prevenir-se. Mulheres com 40 anos que queiram tem um filho devem, antes, ir ao médico. É possível fazer exames que avaliam os riscos da empreitada. Os folículos ovarianos, por exemplo, podem ser avaliados por exame de sangue. Também a qualidade dos espermatozóides do parceiro pode ser examinada. De acordo com os resultados, o médico pode contra-indicar a gravidez. Caso os exames não dêem nada e a mulher possa engravidar, é fundamental que faça um pré-natal cuidadoso. A síndrome de Down, finalmente, é detectável, por exemplo, com amniocentese. Consiste na retirada e análise do líquido amniótico. Deve ser feita a partir da décima quarta semana de gravidez. Mas, caso o mal seja detectado, não se pode fazer nada: nossas leis não permitem o aborto.

Mário Antônio Martinez Filho (41), médico ginecologista e obstetra na capital paulista, coordenou a Equipe de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital e Maternidade São Luiz entre 1997 e 2005 e agora integra o corpo clínico do hospital.

sábado 18 dezembro 2010 00:22 , em TENTANDO ENGRAVIDAR


DA DECISÃO À GRAVIDEZ EM 20 PASSOS

 1. Vá a uma farmácia ou posto de saúde e comece a tomar ácido fólico

2. Pense duas vezes antes de cair na balada

3. Diminua o cafezinho sagrado de todo dia

4. Tente se aproximar do seu peso ideal

5. Encha a geladeira de comida saudável

6. Monte e siga seu programa de exercícios

7. Vá ao dentista

8. Pesquise um pouco o histórico médico da sua família

9. Marque uma consulta com o ginecologista

10. Observe seu corpo para descobrir quando está ovulando

11. Informe-se sobre seu plano de saúde ou pré-natal público

12. Faça as contas e programe sua vida financeira

13. Planeje seu espaço físico

14. Organize seus sentimentos e sua saúde mental

15. Proteja sua saúde e evite infecções

16. Pense bem

17. Conte a notícia para um(a) amigo(a)

18. Apimente sua relação

19. Pare de usar seu método anticoncepcional

20. Divirta-se e aproveite a vida despreocupada sem filhos

Parabéns! Você finalmente decidiu: vai tentar engravidar. Mas espere um pouco. Será que você pensou em tudo mesmo? Antes de ir às vias de fato e começar a tentar, siga nosso passo a passo para botar a vida em ordem e fazer tudo direitinho:

1. Vá a uma farmácia ou posto de saúde e comece a tomar ácido fólico

O ácido fólico é uma substância que evita defeitos no bebê, mas o melhor é que seja tomado pelo menos um mês antes de a mulher engravidar.

Mesmo que você ainda não tenha ido ao ginecologista para dar a notícia de que quer engravidar e fazer os exames necessários (leia abaixo), já pode ir tomando o ácido fólico, que é vendido sem receita médica nas farmácias, e fornecido gratuitamente em postos de saúde.

O ideal é comprar apenas o ácido fólico, e não um complexo de vitaminas. O excesso de vitamina A (mais que 770 mcg RAE ao dia) pode ser prejudicial ao feto.

A dose recomendada de ácido fólico é de pelo menos 400 microgramas (mcg), equivalente a 0,4 miligrama, ao dia. O ácido fólico não engorda e é bem baratinho. Os comprimidos disponíveis normalmente têm bem mais do que a dose recomendada (muitas vezes com 1 ou 5 miligramas).

2. Pense duas vezes antes de cair na balada

Comece a preparar seu corpo pegando mais leve nas noitadas, principalmente reduzindo ou eliminando o cigarro, o consumo de drogas e de bebidas alcoólicas. Vários estudos já demonstraram que o fumo e o uso de drogas podem provocar aborto espontâneo, parto prematuro e bebês com baixo peso ao nascer.

As substâncias nocivas podem permanecer por mais tempo no organismo, por isso o melhor é parar bem antes de engravidar.

Leve em conta também que o cigarro afeta a fertilidade feminina e a contagem de espermatozoides do homem. Por isso, e também pelo fumo passivo, vale a pena pensar em limpar a casa do cigarro, com o casal abandonando o hábito antes mesmo da gravidez.

Os efeitos do álcool na gravidez são imprevisíveis, por isso alguns médicos sugerem que a mulher pare de beber antes mesmo de começar a tentar engravidar.

3. Diminua o cafezinho sagrado de todo dia

Pesquisas mostram que o excesso de cafeína pode afetar sua capacidade de absorver ferro, que é muito necessário na gravidez, e eleva o risco de o bebê morrer dentro do útero. Há ainda indícios de que a cafeína afete a fertilidade.

Vá reduzindo então seu consumo de cafeína, não só no cafezinho, mas também em refrigerantes, chás e até no chimarrão. Mas cuidado para não abrir mão da cafeína de uma vez só, pois você pode ficar com dores de cabeça bem desagradáveis.

4. Tente se aproximar do seu peso ideal

Estudos mostram que é mais difícil engravidar para mulheres muito magras ou acima do peso, com índice de massa corporal (IMC) abaixo de 20 ou acima de 30.

Trabalhar para chegar ao peso ideal também vai ajudar você com o próximo passo, que é cuidar da alimentação. Afinal, comer bem é uma coisa que você vai precisar ter na cabeça durante a gravidez e até depois que o bebê nascer, quando estiver amamentando.

O melhor é pedir orientação a um profissional de saúde se você estiver fora da faixa recomendada de peso.

5. Encha a geladeira de comida saudável

Você ainda não está "comendo por dois", mas é bom já ir se acostumando e estocando no seu organismo nutrientes que serão essenciais para uma gravidez saudável. Procure comer pelo menos duas porções de fruta por dia, e três porções de hortaliças e verduras.

Capriche também nas fibras e em alimentos ricos em cálcio, como leite, iogurte e brócolis.

Se você gosta muito de peixe, é melhor evitar alguns tipos que vivem em águas profundas, como cação, peixe-espada, garoupa e marlin, porque eles podem acumular mercúrio, substância prejudicial que fica no organismo por até um ano.

Uma boa sugestão é comer no máximo duas porções (cerca de 350 gramas) de peixes como salmão ou atum por semana.

6. Monte e siga seu programa de exercícios

Exercício na gravidez faz muito bem, mas o ideal é que a mulher já esteja fazendo atividade física antes de engravidar, porque aí é só continuar a fazer os exercícios a que já está acostumada, sempre tomando os cuidados necessários.

Além disso, a malhação pode ajudar a eliminar o estresse que pode vir junto com as tentativas de engravidar.

O mais recomendado é fazer uma hora de atividade física, como caminhada, bicicleta e musculação, pelo menos três ou quatro vezes por semana. Para completar, exercícios de flexibilidade e alongamento (como ioga).

Não faça muito mais que isso -- excesso de exercícios pode acabar atrapalhando o ciclo menstrual. Desde que você esteja menstruando normalmente, deve estar tudo bem.

Se você sempre foi sedentária, comece aos poucos, sob orientação médica. Caminhar de 10 a 20 minutos por dia já é um bom princípio -- vá ao supermercado a pé, suba escadas em vez de pegar o elevador, mexa seu corpo sempre que der.

7. Vá ao dentista

Há cada vez mais provas de que doenças na boca podem afetar a gravidez, fazendo o bebê nascer prematuro, por exemplo. As mudanças hormonais que acontecem durante a gestação deixam a mulher mais suscetível a problemas na gengiva.

Se faz mais de um ano que você não vai ao dentista, é melhor ir agora, antes de engravidar.

8. Pesquise um pouco o histórico médico da sua família

Você já ouviu seus pais contarem que tiveram um irmão que morreu pequeno, ou alguma criança na família que nasceu com problemas, ou tem parentes com doenças crônicas?

Pode parecer meio mórbido, mas vale a pena dar uma investigada na família de vocês dois para saber se não há histórico de problemas genéticos ou cromossômicos, como síndrome de Down, anemia falciforme, outros tipos de anemia como a talassemia, fibrose cística, doença de Tay-Sachs (frequente nos descendentes de judeus do Leste Europeu), hemofilia e outras.

Se descobrir alguma coisa suspeita, você vai poder perguntar ao ginecologista se é necessário algum tipo de exame especial ou aconselhamento genético para avaliar os riscos.

9. Marque uma consulta com o ginecologista

Não precisa ser ainda, necessariamente, com o médico que vai acompanhar a gravidez, mas você precisa marcar uma consulta e ir ao ginecologista para que ele dê uma olhada geral na sua saúde (e não só nos órgãos reprodutivos).

Diga ao médico todos os remédios que está tomando ou que tomou recentemente. Alguns medicamentos, como o antiacne Roacutan (isotretinoína), não só não podem ser tomados na gravidez, mas permanecem no organismo depois de você parar de tomá-los.

Conte ao médico sobre qualquer outro problema crônico de saúde, como a diabete ou disfunções da tiroide. O ginecologista vai dizer se você precisa tomar alguma vacina, como a contra a rubéola.

É o médico também que vai decidir se é necessário fazer algum tipo de investigação genética, com base no que você contar a ele do histórico da sua família.

10. Observe seu corpo para descobrir quando está ovulando

Não há nada contra simplesmente parar de evitar a gravidez e deixar a coisa rolar naturalmente, para ver o que acontece. Só que boa parte das mulheres fica ansiosa, querendo engravidar o quanto antes.

Se for esse seu caso, vale a pena se sintonizar com seu próprio organismo para ver se descobre a data da ovulação. Nossa calculadora da ovulação pode ajudar a dar uma ideia do momento ideal para encomendar o seu bebê, quando chegar a hora de tentar de verdade.

11. Informe-se sobre seu plano de saúde ou pré-natal público

A maioria dos planos de saúde tem dez meses de carência para gravidez, mesmo se apenas para mudança de categoria. Por isso, se você tem convênio ou plano de saúde, informe-se para ver quais hospitais, médicos e exames o plano cobre e se há reembolso. Se quiser mudar de categoria, terá de fazer isso antes de engravidar.

Caso você não tenha plano de saúde e pretenda entrar em um, vale a mesma coisa: você vai precisar entrar pelo menos dez meses antes da data do parto, portanto é bom dar uma boa antecedência antes de começar as tentativas concretas.

Maternidades particulares têm planos especiais para quem não tem plano de saúde -- você pode se informar sobre eles. Todas as mulheres têm direito a atendimento pelo SUS, de graça, mas é aconselhável investigar na sua região para ver a qualidade da assistência médica, que varia muito. Um bom começo é procurar as unidades básicas de saúde (postos) para saber como funciona o pré-natal.

12. Faça as contas e programe sua vida financeira

Bebês vêm com enormes despesas. Procure fazer um planejamento dos gastos, não só os da gravidez e do parto, mas também os do resto da vida. Pense nas coisas menos óbvias, como o preço da escola -- parece que está tão longe... O "a gente dá um jeito" não é a melhor maneira de pensar.

Veja também como vai ficar sua vida durante a licença-maternidade. Autônomas que contribuem para o INSS recebem o salário-base da contribuição, por isso talvez valha a pena aumentar a contribuição antes de engravidar para receber um salário melhor.

Descubra na empresa se há mudanças no esquema de trabalho para grávidas, ou se há muitos casos de mulheres que são mandadas embora depois que voltam da licença-maternidade (coisa que infelizmente não é tão rara assim).

13. Planeje seu espaço físico

Há lugar na sua casa para um bebê? A região é legal para criar um filho? Você quer construir mais um quartinho ou fazer uma reforma? O momento para pensar nisso é agora, não depois da gravidez. Lidar grávida com reforma ou mudança de casa é uma receita perfeita para o estresse.

14. Organize seus sentimentos e sua saúde mental

Mulheres que sofrem de depressão tendem a ter mais dificuldade para engravidar. Caso você não esteja com a cabeça boa, é melhor se tratar antes de engravidar, porque as mudanças hormonais são um furacão, e muitas vezes provocam depressão na gravidez e depressão pós-parto.

Se a mulher estiver equilibrada no momento da gravidez, tudo tende a ser mais fácil. O médico saberá quais antidepressivos podem ser tomados enquanto se está tentando engravidar. Vale tentar também técnicas como ioga e meditação.

Em relação ao seu parceiro, veja se o relacionamento de vocês está bem. A gravidez só vai piorar as coisas se a situação já não estiver boa.

15. Proteja sua saúde e evite infecções

Quando se está tentando engravidar, é bom começar a tomar os mesmos cuidados da gestação, para não ficar doente nas primeiras semanas da gravidez, que é justo quando os órgãos do bebê estão se formando e estão mais sujeitos a problemas.

Lave as mãos com frequência, peça para outra pessoa cuidar da caixinha de fezes do gato, para evitar a toxoplasmose. Prefira não comer carne crua, inclusive de peixe. Dê uma olhada desde já no nosso artigo sobre alimentação saudável na gravidez, pois você pode aplicar os mesmos princípios.

Quando já estiver tentando de verdade, evite tomar remédios no período depois da ovulação, ou seja, a partir da metade do ciclo menstrual, porque já pode haver um embriãozinho em desenvolvimento dentro da sua barriga.

16. Pense bem

Ter um filho é compromisso para a vida toda. Antes de pôr a mão na massa e fazer seu bebezinho, faça algumas perguntas a você mesma:

- Vocês dois estão no mesmo barco nessa história de ter um bebê?
- Se vocês têm diferenças de religião, já discutiram como isso vai afetar a criança?
- Você pensou em como vai conciliar o trabalho e os cuidados com a criança?
- Vocês estão dispostos a abrir mão da vida despreocupada e de "luxos" como dormir até mais tarde no fim de semana?

17. Conte a notícia para um(a) amigo(a)

É provável que você seja invadida por um monte de emoções ao mesmo tempo nesta época de decisões e tentativas. O apoio de uma pessoa especial é valiosíssimo. Mas não precisa espalhar para todo mundo que "está tentando". Você vai ter de enfrentar olhares curiosos e cheios de expectativas cada vez que disser "oi" para as pessoas.

Outra opção é compartilhar sua expectativa com outras mulheres na sua situação, nos nossos fóruns, por exemplo.

18. Apimente sua relação

Há especialistas que acham que, quanto mais excitada a mulher, maior é a chance de haver fertilização. Já outros acham que não faz diferença. O ponto é que a hora do "vamos ver" é a mais gostosa, e deve ser aproveitada.

Prepare-se para esquentar as coisas: uma lingerie provocante, velas no quarto, uma massagem... Faça o que funciona melhor para vocês.

19. Pare de usar seu método anticoncepcional

Se você já seguiu todos os passos, está na hora de começar a tentar de verdade. Dependendo do método, a coisa é mais imediata -- ou não. Basta deixar de usar a camisinha e vocês já estarão "tentando", mas no caso de métodos hormonais a coisa não é tão fácil.

Se você toma a pílula tradicional combinada, por exemplo, é melhor terminar de tomar a cartela, para evitar que sua menstruação fique toda bagunçada. Pode levar alguns meses para o ciclo menstrual se regularizar depois da pílula.

O mesmo vale para os adesivos e o anel intravaginal. No caso da injeção de Depo-Provera, pode demorar mais tempo para você começar a ovular de novo, mesmo que a menstruação volte ao normal rápido. DIUs e implantes precisam ser retirados pelo médico.

Quanto tiver parado de usar anticoncepcional, acostume-se a marcar na agenda ou no calendário a data da sua menstruação. Depois vai ficar mais fácil contar a gravidez.

20. Divirta-se e aproveite a vida despreocupada sem filhos

Se tudo der certo, sua liberdade vai acabar logo. Então aproveite: ande de montanha-russa, monte a cavalo, surfe, faça tudo de radical que depois não vai poder fazer por um bom tempo.

Namore muito, vá ao cinema, durma até tarde. E tomara que seus esforços funcionem e que logo você esteja devorando toda nossa seção sobre gravidez.

E, quando aquele teste der positivo, não se esqueça de AVISAR A GENTE AQUI NO BLOG

Boa sorte!

 

por Deia Dungue

 

 

sábado 18 dezembro 2010 00:35 , em TENTANDO ENGRAVIDAR


CICLO MENSTRUAL

Ciclo Menstrual

Blog de gravidanojapao : 43 anos grávida no Japão!!!, CICLO MENSTRUAL

A menstruação é uma descamação do endométrio (membrana que reveste a cavidade do útero, em vermelho na figura), acompanhada de saída de sangue. Isto ocorre porque os ovários reduzem muito a secreção de hormônios, e estes, por vários mecanismos, reduzem o estímulo ao endométrio, cujas células morrem e descamam. O primeiro dia do ciclo menstrual é o dia de início da menstruação, não importando quantos dias ela dure.

Ainda enquanto o endométrio descama, o hormônio FSH (folículo estimulante) começa a ser secretado em maior quantidade pela hipófise (glândula situada no cérebro), fazendo com que se desenvolvam os folículos ovarianos (bolsas de líquido que contém os óvulos ou oócitos). Perto do 7º dia do ciclo, o FSH começa a diminuir e, com a falta desse hormônio, alguns folículos param de crescer e morrem. Por isso, em cada ciclo menstrual, de todos aqueles folículos recrutados (que começam a crescer), apenas um (raramente dois) se desenvolve até o fim e vai ovular.

Blog de gravidanojapao : 43 anos grávida no Japão!!!, CICLO MENSTRUAL

O folículo começa a crescer mais ou menos a partir do sétimo dia do ciclo. Durante seu crescimento, secreta quantidades cada vez maiores de estradiol, que é um hormônio feminino. Este hormônio produz as seguintes alterações na mulher:

  • estimula o crescimento do endométrio: depois da menstruação, o endométrio é muito fino. Conforme a secreção de estradiol vai aumentando, começa a se tornar espesso e se preparar para a implantação do embrião.
  • estimula a secreção de muco pelo canal cervical: quanto mais estradiol é secretado, mais o muco tende a ficar receptivo ao espermatozóide.
     

Blog de gravidanojapao : 43 anos grávida no Japão!!!, CICLO MENSTRUAL

Quando a quantidade de estradiol no sangue é máxima, o endométrio atinge também o máximo crescimento e o muco se torna ótimo para ser penetrado pelo espermatozóide. Nessa ocasião, é estimulada a secreção de um hormônio da hipófise: o hormônio luteinizante (LH). O LH aumenta muito depressa no sangue e atinge o máximo (pico de LH). Algumas horas após, ocorre a ovulação. Muito do LH secretado é retirado pelos rins e sai na urina. Por isso, a medida de LH na urina pode ser utilizada para detectar um período muito próximo da ovulação. Em média, a ovulação ocorre no décimo quarto dia do ciclo menstrual (mas pode ocorrer antes ou depois, sem que isso impeça a gravidez).

Estou ovulando? - algumas formas de conhecer o intervalo de dias dentro do qual acontece a ovulação estão descritos abaixo. A precisão e simplicidade de cada um varia, não existindo uma forma de determinar a ovulação com precisão absoluta.

  • dor no baixo abdomen: dentre as muitas causas de dor, uma delas é a ovulação, especialmente se a dor acontecer mais ou menos 14 dias antes da próxima menstruação.
  • secreção de muco cervical: é a saída, pela vagina, de uma secreção que parece com clara de ovo. Isto acontece, aproximadamente, entre um dia antes até um dia depois da ovulação.
  • temperatura do corpo: perto da ovulação, a temperatura do corpo aumenta em até meio grau centígrado. É preciso, então, tirar a temperatura todos os dias (de preferência antes de levantar-se, pela manhã, colocando o termômetro sob a língua), para saber o dia do aumento. Este aumento pode acontecer, aproximadamente, de dois dias antes até dois dias depois da ovulação.
  • testes de hormônios: existem testes desenvolvidos para detectar, na urina, o aumento do hormônio LH, que precede de mais ou menos um dia a ovulação.

Blog de gravidanojapao : 43 anos grávida no Japão!!!, CICLO MENSTRUAL

Após a ovulação, o folículo se transforma numa estrutura chamada corpo lúteo, e passa a fabricar, além do estradiol, o hormônio progesterona, que vai terminar o preparo do endométrio para a implantação do embrião. Mais ou menos entre o sexto e o oitavo dias após a ovulação, o nível de progesterona no sangue atinge o máximo, e a medida deste hormônio no sangue, se for baixa, é causa de infertilidade. Ainda não se conhece com toda a precisão o dia da implantação do embrião: parece acontecer de cinco a dez dias após a ovulação. Se não ocorre implantação, então a progesterona e o estradiol param de ser fabricados pelo corpo lúteo, seu nível diminue no sangue e se inicia outra menstruação.

 

FONTE:UNIFEST.BR

sábado 18 dezembro 2010 00:04 , em TENTANDO ENGRAVIDAR


HISTEROSSALPINGOGRAFIA

Nomes alternativos:

Histerograma, uterossalpingografia, uterotubografia

Este exame é útil para diagnosticar:tumores uterinos, aderências intra-uterinas, distúrbios de desenvolvimento, obstrução das tubas uterinas(trompas de falópio), lesão traumática, aderências tubárias e presença de corpos estranhos.

 

sexta 17 dezembro 2010 23:12 , em TENTANDO ENGRAVIDAR


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